Conheça a equipe ministerial da presidenta Dilma Rousseff para o segundo mandato

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A presidenta Dilma Rousseff toma posse hoje (1°) para mais um
mandato de quatro anos. Reeleita em outubro com 54,5 milhões de votos, ela vai
governar o país até 2018. O vice-presidente, Michel Temer, também reeleito,
será empossado na mesma cerimônia.
Mineira de Belo
Horizonte, Dilma, 66 anos, tem uma filha e um neto. No governo do presidente
Luiz Inácio Lula da Silva, foi ministra de Minas e Energia e chefe da Casa
Civil. Em 2010, foi eleita no segundo turno, com cerca de 55,7 milhões de
votos. No primeiro governo, Dilma manteve e ampliou políticas sociais de seu
antecessor. Entre os programas que marcaram sua gestão estão o Mais Médicos, o
Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e o Brasil
sem Miséria, uma ampliação do Bolsa Família.
A presidenta reeleita
começa o novo governo com desafios principalmente econômicos, como o controle
da inflação e a retomada do crescimento. A nova gestão também começa em meio à
crise da maior empresa estatal do país, a Petrobras – investigada pela Polícia
Federal devido a casos de corrupção.
Para o segundo mandato,
Dilma terá novamente 39 ministérios. Quinze ministros foram mantidos em suas
pastas na reforma ministerial, quatro trocaram de ministério, mas foram
mantidos no primeiro escalão, e 20 novos nomes vão integrar o governo a partir
de 2015. A reforma, feita em etapas, contemplou partidos da base aliada, além
da cota pessoal da presidenta, com nomes de sua confiança. Todos os ministros serão
empossados por Dilma hoje, no Salão Nobre do Palácio do Planalto, em uma das
etapas da posse presidencial.
Conheça a equipe
ministerial da presidenta Dilma Rousseff para o segundo mandato:
Ministério da Fazenda –
Joaquim Levy

Engenheiro naval e doutor em economia, com experiência tanto no mercado
financeiro quanto no setor público, Joaquim Levy ocupou cargos no governo
federal e no governo do estado do Rio de Janeiro. De 2003 a 2006, foi
secretário do Tesouro Nacional no governo do presidente Luiz Inácio Lula da
Silva. Também vice-presidente de Finanças e Administração do Banco
Interamericano de Desenvolvimento. Desde 2010, estava no Bradesco.
Ministério da Integração
Nacional – Gilberto Occhi

Ministro das Cidades de março a dezembro de 2014, Gilberto Occhi é formado em
direito, tem pós-graduação nas áreas de finanças, mercado financeiro e gestão
empresarial. É funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal desde 1980,
onde ocupou os cargos de vice-presidente de Governo e de superintendente
nacional da Região Nordeste.
Ministério de Minas e
Energia – Eduardo Braga

Formado em engenharia elétrica pela Universidade Federal do Amazonas, Eduardo
Braga já foi vereador, deputado federal, prefeito de Manaus, governador do
Amazonas por dois mandatos e senador pelo mesmo estado. Este ano, disputou
novamente as eleições para o governo estadual, mas foi derrotado. Desde 2012,
era líder do governo Dilma Rousseff no Senado.
Ministério do
Planejamento, Orçamento e Gestão – Nelson Barbosa

Ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda, o economista Nelson Barbosa
também integrou a equipe econômica dos dois governos do presidente Luiz Inácio
Lula da Silva. De 2004 a 2006, trabalhou no Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES).
Ministério da
Previdência Social – Carlos Gabas

Formado em Ciências Contábeis e servidor de carreira do Instituto Nacional do
Seguro Social (INSS), Carlos Gabas já foi comandou a pasta entre março de 2010
e janeiro de 2011. Atualmente, estava na secretaria-executiva do ministério.
Secretaria de Aviação
Civil – Eliseu Padilha

Advogado e empresário, o deputado federal Eliseu Padilha foi ministro dos
Transportes no governo Fernando Henrique Cardoso de 1997 a 2001. Antes, foi
secretário dos Negócios do Trabalho, Cidadania e Assistência Social do Rio
grande do Sul. Eleito pela primeira vez deputado federal em 1994, ele está no
quarto mandato. É um dos políticos do PMDB mais próximos do vice-presidente da
República, Michel Temer.
Ministério da Pesca e
Aquicultura – Helder Barbalho

Formado em administração, Helder Barbalho é filho do senador Jader Barbalho e
da deputada federal Elcione Therezinha Zahluth. Natural de Belém, Helder tentou
eleger-se governador do Pará pela primeira vez este ano, mas perdeu para Simão
Jatene. Já foi vereador, deputado estadual e prefeito de Ananindeua.
Secretaria de Políticas
de Promoção da Igualdade Racial – Nilma Lino Gomes

Primeira mulher negra do Brasil a comandar uma universidade federal, Nilma Lino
Gomes é reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia
Afro-brasileira (Unilab) desde 2013. Mineira de Belo Horizonte, Nilma é
pedagoga, mestra em educação e doutora em antropologia social.
Secretaria de Portos –
Edinho Araújo

Advogado e professor, Edinho Araújo está no terceiro mandato de deputado
federal e foi novamente eleito em 2014. Começou a vida pública como prefeito de
sua cidade natal, Santa Fé do Sul, em São Paulo, e foi também duas vezes
prefeito de São José do Rio Preto. Na Câmara dos Deputados, foi vice-líder do
PMDB.
Secretaria de Relações
Institucionais – Pepe Vargas

Ex-ministro do Desenvolvimento Agrário entre 2012 e março de 2014 e deputado
federal, Pepe Vargas é formado em medicina e começou a trajetória política como
militante no movimento estudantil. Seu primeiro cargo eletivo foi o de vereador
de Caxias do Sul em 1988. Foi deputado estadual e duas vezes prefeito de Caxias
do Sul. Em 2006, 2010 e 2014 foi eleito deputado federal.
Secretaria-Geral da
Presidência – Miguel Rossetto

Um dos fundadores do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o sociólogo
Miguel Rossetto deixa o Ministério do Desenvolvimento Agrário, pasta que
comandou também no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre
setembro e novembro de 2014, Rosseto afastou-se da pasta para integrar a
coordenação da campanha de Dilma à reeleição. Já foi vice-governador do Rio
Grande do Sul, na gestão Olívio Dutra, e de deputado federal em 1994.
Ministério dos
Transportes – Antonio Carlos Rodrigues

Presidente da Câmara Municipal de São Paulo, o vereador Antonio Carlos
Rodrigues é suplente da senadora Marta Suplicy, vaga que ocupou entre 2012 e
novembro deste ano. Advogado e procurador, Rodrigues começou a vida pública na
Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e já trabalhou
na Assembleia Legislativa de São Paulo e nos governos municipal e estadual.
Ministério do Turismo –
Vinicius Lages

Engenheiro agrônomo e doutor em economia do desenvolvimento com especialização
em economia de serviços, turismo e desenvolvimento de negócios, Vinicius Lages
continuará no comando do Ministério do Turismo, cargo que ocupa desde março de
2014. Antes, ocupava a gerência da Unidade de Assessoria Internacional do
Sebrae.
Advocacia-Geral da União
– Luís Inácio Adams

Formado em direito e especialista em direito tributário, Luís Inácio Adams
comanda a Advocacia-Geral da União desde 2009. Já atuou como procurador
regional da União da 4ª Região, em Porto Alegre, foi consultor jurídico e
secretário-executivo adjunto do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
Foi também procurador-geral da Fazenda Nacional entre 2006 e 2009.
Secretaria de Assuntos
Estratégicos – Marcelo Neri

No comando da secretaria desde março de 2013, Marcelo Neri foi presidente do
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) entre 2012 e 2014. É PhD em
economia pela Universidade de Princeton, mestre e bacharel em economia pela
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e professor de
doutorado, mestrado e graduação da Fundação Getulio Vargas. É pesquisador de
políticas sociais, educação e microeconometria, além de atuar na avaliação de
políticas sociais.
Secretaria de
Comunicação Social -Thomas Traumann

Jornalista pela Universidade Federal do Paraná, Traumann coordenou a assessoria
de imprensa do ex-ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, e foi assessor
especial da Secretaria de Comunicação Em 2012, foi nomeado porta-voz da
Presidência da República, cargo que acumula com a chefia da pasta. Antes de
entrar no governo, Traumann trabalhou no jornal Folha de S.Paulo e nas revistas
Veja e Época. Também dirigiu assessorias de comunicação corporativa de algumas
empresas como a FSB Comunicações e a Llorente & Cuenca.
Secretaria de Direitos
Humanos – Ideli Salvatti

Natural de São Paulo e licenciada em física, Ideli construiu sua carreira
política em Santa Catarina. Senadora entre 2003 e 2011, ela cumpriu dois
mandatos como deputada estadual e concorreu ao governo de Santa Catarina em
2010, terminando em 3º lugar. Atual ministra da Secretaria de Direitos Humanos,
Ideli comandou o Ministério da Pesca e Aquicultura, de janeiro a junho de 2011,
e a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, onde
ficou até março deste ano.
Secretaria da Micro e
Pequena Empresa – Guilherme Afif Domingos

O empresário Guilherme Afif Domingos comanda a secretaria desde sua criação em
2013. Vice-governador de São Paulo entre 2011 e 2014, eleito na chapa de
Geraldo Alckmin, o ministro é formado em administração de empresas. Já foi
deputado federal constituinte, ex-presidente do Conselho do Serviço de Apoio às
Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e por duas vezes presidente da Associação
Comercial de São Paulo. Também presidiu o Banco de Desenvolvimento do Estado de
São Paulo (Badesp) e foi secretário estadual de Agricultura e Abastecimento
(1980-1982), de Emprego e Relações do Trabalho (2007-2010) e de Desenvolvimento
Econômico, Ciência e Tecnologia até abril de 2011.
Secretaria de Políticas
para as Mulheres – Eleonora Menicucci

Formada em ciências sociais, doutora em ciência política e pós-doutora em saúde
e trabalho das mulheres e livre docência em saúde pública, Eleonora é
professora titular (licenciada) de saúde coletiva na Universidade Federal de
São Paulo (Unifesp). Filiada ao PT, a mineira de Lavras combateu a ditadura
militar em alguns momentos ao lado da presidenta Dilma Rousseff. Por essa luta,
passou quase três anos na cadeia, em São Paulo, de 1971 a 1973. Participou de
conselhos, comissões e consultorias em políticas públicas e direitos das
mulheres.
Gabinete de Segurança
Institucional – José Elito Siqueiro

Responsável pelo Gabinete de Segurança Institucional durante o primeiro mandato
da presidenta Dilma Rousseff, o general José Elito Carvalho Siqueira será
mantido no cargo. Antes de assumir o cargo, José Elito foi chefe de Preparo e
Emprego do Ministério da Defesa e comandou a Missão de Estabilização das Nações
Unidas no Haiti (Minustah) em 2006 e 2007. Também foi diretor de Recursos
Humanos do Exército, de 2002 a 2004, comandante da Aviação do Exército, de 2000
a 2002, e da 16ª Brigada de Infantaria de Selva, de 1999 a 2000. Nascido em
Aracaju, em 1946, ingressou nas Forças Armadas aos 20 anos e graduou-se mestre
e doutor em ciências militares.
Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Kátia Abreu

Senadora reeleita este ano para mais um mandato, Kátia Abreu (PMDB-TO) é
presidenta da Confederação Nacional da Agricultura desde 2008, entidade de
produtores rurais que agrega 27 federações estaduais e 2 mil sindicatos. Uma
das parlamentares mais próximas de Dilma, Kátia Abreu integra a bancada
ruralista no Congresso, tendo se posicionado de maneira contrária ao governo em
temas polêmicos como a competência do Executivo para demarcar terras indígenas.
Banco Central –
Alexandre Tombini

Presidente do Banco Central desde o primeiro ano do governo Dilma Rousseff,
Alexandre Tombini será mantido no cargo no segundo mandato da presidenta. No
BC, já atuou como diretor, chefe de departamento e consultor. Tombini também já
fez parte da diretoria executiva do escritório brasileiro no Fundo Monetário
Internacional.
Ministério das Cidades –
Gilberto Kassab

Presidente nacional do PSD, Kassab foi prefeito de São Paulo de 2006 a 2012.
Economista, engenheiro civil e empresário, o novo ministro das Cidades assumiu
a prefeitura da capital paulista pela primeira vez após a renúncia de José
Serra, de quem era vice-prefeito. Ele iniciou a vida política aos 25 anos,
tendo passado pelos partidos políticos PL e o PFL (atual DEM) antes de fundar o
PSD em 2011.
Ministério da Ciência,
Tecnologia e Inovação – Aldo Rebelo

Membro do PCdoB desde 1977 e ministro do Esporte no primeiro mandato de Dilma,
Aldo Rebelo é jornalista e foi deputado federal eleito por cinco mandatos
consecutivos (1989 a 2011). No Congresso, foi presidente da Câmara, líder do
governo e relator do projeto que resultou no novo Código Florestal brasileiro.
Rebelo também chefiou em 2004 a Secretaria de Coordenação Política e Assuntos
Institucionais da Presidência e foi candidato derrotado a vice-prefeito de São
Paulo na chapa de Marta Suplicy (PT) em 2008.
Ministério das
Comunicações – Ricardo Berzoini

Ex-presidente nacional do PT e deputado federal por quatro mandatos, Berzoini
chefiará pela quarta vez uma pasta na Esplanada. À frente da Secretaria de
Relações Institucionais desde o início de 2014, o petista já foi ministro da
Previdência Social e do Trabalho no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Bancário, Berzoini iniciou sua militância no Sindicato dos Bancários de São
Paulo, Osasco e Região, em 1985, e também foi secretário de imprensa da Central
Única dos Trabalhadores.
Controladoria-Geral da
União – Valdir Simão

Auditor de carreira da Receita Federal, Valdir Simão foi secretário-executivo
da Casa Civil da Presidência desde o início de 2014. O novo ministro da CGU já
assessorou a presidenta Dilma coordenando o Gabinete Digital da Presidência e
presidiu o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), além de ter sido
secretário de Fazenda do Distrito Federal.
Ministério da Cultura –
Juca Ferreira

Juca Ferreira deixa a secretaria municipal de Cultura de São Paulo para assumir
o cargo que já ocupou no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Idealizador dos
Pontos de Cultura, o ministro foi também secretário-executivo da pasta entre
2003 e 2008. Formou-se em Ciências Sociais na França, um dos países por onde
passou enquanto esteve exilado por nove anos durante a ditadura militar. Na
campanha à reeleição de Dilma, coordenou o programa de cultura da candidata e
também mobilizou artistas e grupos culturais para apoiá-la.
Ministério da Defesa –
Jaques Wagner

Membro fundador do PT, o novo ministro da Defesa governou a Bahia por dois
mandatos consecutivos. Deputado federal por dois mandatos, Wagner foi ministro
de Relações Institucionais e coordenou a Secretaria Especial do Conselho de
Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República.
Ministério do
Desenvolvimento Agrário – Patrus Ananias

Patrus Ananias comandou o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
entre 2004 e 2010, quando foi formulado e implementado o Programa Bolsa
Família. Ex-prefeito e ex-vereador de Belo Horizonte, o petista também foi
deputado federal e candidato a governador de Minas Gerais em 1998 e a vice em
2010, perdendo nas duas ocasiões.
Ministério do
Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – Armando Monteiro Neto

Senador pelo PTB de Pernambuco, Armando Monteiro presidiu a Confederação
Nacional da Indústria entre 2002 e 2010. O novo ministro, que vem de uma
tradicional família de políticos pernambucanos, já teve passagens pelo PSDB e
pelo PMDB. Na Câmara dos Deputados e no Senado, defendeu temas como geração de
empregos, inovação tecnológica e fortalecimento das micro e pequenas empresas.
Ministério da Educação –
Cid Gomes

Governador do Ceará por dois mandatos, Cid Gomes migrou do PSB para o PROS no
final de 2013, quando o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, falecido
em agosto do ano passado, se desligou do governo Dilma para concorrer às
eleições presidenciais. Ex-prefeito de Sobral (CE) por duas vezes também foi
consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington. Cid
é irmão de Ciro Gomes, ex-prefeito de Fortaleza, ex-governador do Ceará e
ex-ministro da Fazenda, em 1994, e da Integração Nacional, em 2003.
Ministério do Esporte –
George Hilton

Deputado federal reeleito em 2014 para o seu terceiro mandato, o ministro que
vai ficar responsável pela organização dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de
Janeiro é filiado ao PRB de Minas Gerais. Ingressou na vida política pelo PST,
elegendo-se deputado estadual de Minas Gerias em 1998 e reelegendo-se para o
segundo mandato em 2002 pelo PL. Pelo PP, assumiu pela primeira vez o cargo na
Câmara dos Deputados. Hilton é natural de Alagoinhas, na Bahia e é radialista,
apresentador de televisão e teólogo.
Casa Civil – Aloizio
Mercadante

Com experiência na militância política, no Legislativo e no governo, Mercadante
vai continuar comandando o órgão responsável pela coordenação das ações do
governo. Depois de ocupar os ministérios da Ciência e Tecnologia e o da
Educação no governo Dilma, ele se tornou em 2014 uma das pessoas mais próximas
da presidenta, sendo o ministro mais recebido por ela em audiências oficiais.
Além de senador e deputado federal, Mercadante foi candidato derrotado à
Vice-Presidência da República junto com Luiz Inácio Lula da Silva em 1994 e ao
governo de São Paulo em 2006 e 2010.
Ministério do
Desenvolvimento Social e Combate à Fome- Tereza Campello

Economista que comanda a pasta desde o início do primeiro mandato de Dilma,
Tereza Campello iniciou suas carreiras política e acadêmica no Rio Grande do
Sul, onde participou das gestões petistas na prefeitura de Porto Alegre e no
governo gaúcho. Na transição para o primeiro mandato de Lula, integrou a equipe
que formulou o Programa Bolsa Família
Ministério da Justiça –
José Eduardo Cardozo

Um dos ministros mais próximos da presidenta Dilma, Cardozo foi deputado
federal por dois mandatos e um dos relatores do projeto de lei de iniciativa
popular da Ficha Limpa. Advogado, professor universitário, procurador
licenciado e ex-vereador de São Paulo, comanda o Ministério da Justiça desde o
início do primeiro mandato da petista.
Ministério do Meio
Ambiente – Izabella Teixeira

Bióloga e doutora em planejamento ambiental, Izabella Teixeira é funcionária de
carreira do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais
Renováveis (Ibama). Foi secretária-executiva do Ministério do Meio Ambiente de
2008 a 2010 e subsecretária da Secretaria do Ambiente do Estado do Rio de
Janeiro. Foi durante sua gestão no primeiro mandato de Dilma que ocorreu a
aprovação do novo Código Florestal, a construção da Usina de Belo Monte, e
quando o país registrou as menores taxas de desmatamento da Amazônia Legal.
Ministério das Relações
Exteriores – Mauro Vieira

O novo chanceler volta ao Brasil após chefiar a embaixada brasileira nos
Estados Unidos desde 2010 e, antes, na Argentina. Vieira é formado em direito
pela Universidade Federal Fluminense e já serviu em representações no Uruguai,
México e na França, além de ter atuado como chefe de gabinete do ex-ministro
das Relações Exteriores Celso Amorim.
Ministério da Saúde –
Arthur Chioro

No comando da Saúde desde fevereiro de 2014, Chioro será mantido à frente da
pasta. Mestre e doutor em saúde coletiva, já foi secretário municipal de Saúde
nos municípios paulistas de São Bernardo do Campo e São Vicente. Também é
pesquisador da área de Planejamento e Gestão em Saúde da Universidade Federal
de São Paulo e já atuou como diretor do Departamento de Atenção Especializada
do Ministério da Saúde entre 2003 e 2005.
Ministério do Trabalho e
Emprego – Manoel Dias

Fundador do PDT, Manoel Dias começou a carreira política como líder estudantil
no início dos anos 1960. Teve mandatos de vereador e deputado estadual de Santa
Catarina cassados durante a ditadura militar. Além da criação do seu partido ao
lado de Leonel Brizola, Manoel Dias também ajudou a refundar o Partido
Trabalhista Brasileiro e a fundar o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que
posteriormente daria origem ao PMDB. Foi candidato a governador de Santa
Catarina em 2006 e 2010, sem sucesso.
Fonte: www.ebc.com.br

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