As tragédias e a lição de humanidade

A imagem que acompanha esse artigo de opinião é de, como se diz popularmente “cortar o coração”. Um pai em meio aos escombros segurando a mão de sua filha morta, a espera do resgate. Não há quem se mantenha indiferente à cena. Até o momento de publicação deste texto, 7300 pessoas já haviam perdido a vida na Turquia e na Síria, os dois países dos dois epicentros de dois terremotos. Senão bastasse a desgraça imposta aos sírios por conta de uma guerra civil que parece ser interminável.

A tragédia maior em termos de perda de vidas se deu na Turquia, país que se divide em dois continentes: europeu e asiático. O primeiro terremoto, originado perto da cidade de Gaziantep, teve 7,8 de magnitude e ocorreu às 4h17 de segunda no horário local (22h17 de domingo, no horário de Brasília), enquanto muitas pessoas dormiam. Um segundo terremoto, de 7,5 de magnitude, foi registrado perto da cidade de Kahramanmaras (no sudoeste da Turquia, perto da fronteira com a Síria) às 13h30 de segunda em horário local (7h30 no horário de Brasília). As autoridades disseram “não ser um tremor secundário”.

A falha geológica onde ocorreu o tremor esteve relativamente calma nos últimos tempos. A região não sofria um terremoto de magnitude superior a 7 há mais de 200 anos. Provavelmente por esse motivo, as cidades atingidas não estivessem preparadas para um fenômeno do tipo.

Por outro lado, as tragédias vividas pelos dois países, criou uma onda internacional de solidariedade, em que, até o momento, 52 países enviaram ajuda e outros se mobilizam. O que mostra que o exercício de humanidade ainda existe.

A tragédia, infelizmente, era algo esperado quando se leva em consideração a posição geográfica. Mais um exercício forçado de nossa humanidade colocado à prova.

Foto: Adem Altan/ AFP.

Henrique Branco

Formado em Geografia, com diversas pós-graduações. Cursando Jornalismo.

#veja mais

Parauapebas: vereador Zé do Bode declara apoio à pré-candidatura de Rafael Ribeiro a prefeito

Em uma noite que reuniu centenas de pessoas, o vereador Zé do Bode, declarou apoio à pré-candidatura de Rafael Ribeiro, ambos do MDB, a prefeito

Hamilton Mourão é o mais oposicionista no Senado Federal

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) é o mais oposicionista do Senado após dois anos de governo Lula (PT). O parlamentar, que é general da reserva

O Escorpião e a Borboleta – Os desafios da SEMED

  No último dia 04, Luiz Vieira assumiu a Secretária Municipal de Educação de Parauapebas – Semed. A sua chegada já era cogitada nos bastidores

O acordo secreto da Vale

Segundo matéria postada pelo site “Canal MyNews”, recentemente, a companhia de carros elétricos Tesla firmou um acordo em segredo com a mineradora multinacional brasileira Vale.

Quem segura a mão?

Uma breve pesquisa nas páginas das últimas edições do jornal Diário do Pará, o mais lido do estado, de propriedade da família Barbalho, faz entender

ENTREVISTA: Ivanaldo Braz, o vereador mais votado em Parauapebas

Natural de Presidente Dutra, município maranhense; nascido em 1977, hoje com 43 anos de idade, Ivanaldo Braz Silva Simplício foi reeleito com 3988 votos, sendo