2016, um ano perdido!

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Não há como negar ou pensar diferente. Infelizmente 2016
tornou-se um ano perdido no calendário brasileiro, haja vista, a situação
política e econômica que estão em níveis deploráveis. Independente do impeachment
da presidenta Dilma Rousseff se efetivar ou não, com um possível governo Michel
Temer, sendo realista, não há nada que possa fazer o país, pelo menos, em curto
prazo, sair deste cenário desolador.
A crise econômica já era um grande obstáculo para que o
Brasil retome ações de crescimento econômico e desenvolvimentista. A crise
política foi o “tiro de misericórdia”, aprofundando o processo de inércia, letargia
que o Brasil mergulhou, desde o ano passado quando a economia já começava a
demonstrar os primeiros sinais de crise.
Caminhamos para a metade do ano corrente e o que se vê até
aqui é um país em “ponto morto”, sem perspectivas, inerte, a espera de uma
saída que não está em curso. Os índices econômicos – independente das medidas a
serem tomadas por Dilma ou Temer – só começarão a ter resultados na melhor
hipótese, daqui a um ano. Antes disso, o governo só trabalhará para estancar a
sangria nas contas públicas e timidamente acompanhar a “roda” da economia
começar a girar.

Pelo visto, 2016, já pode ser riscado do calendário
brasileiro. Um ano, definitivamente para esquecer, apagar da memória. Estamos em
abril, mas já poderia ser dezembro que, talvez, não houvesse diferença
temporal. Virando a página, o que podermos esperar de 2017?

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