Câmara Municipal de Parauapebas: o fundo do poço não é o limite

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Quando se esperava que depois do escândalo nacional que
envolveu o vereador Odilon Sanção (SD) os vereadores de Parauapebas tivesse a
postura e decisão de recuperar a imagem da Câmara Municipal, já tão
desacreditada por posturas de nossos nobres legisladores. 
Na sessão do último
dia 12, como esperado, o vereador Odilon fez seu pronunciamento e pediu
desculpas a todos pelo que falou em relação aos proventos que recebe
mensalmente.
Além do fato relatado, outro pronunciamento abalou a
estrutura da Casa de Leis da “Capital do minério”. A vereadora “Irmã” Luzinete
(PV) em sua oportunidade nos microfones, se defendeu da acusação que teria
recebido propina de um grande comerciante da cidade. A vereadora além de negar
o fato, disparou contra os seus próprios pares, especialmente aos vereadores
Odilon e Bras (presidente da casa).
Ainda em seu pronunciamento disse que abandonou a base do
governo Valmir, largou duas secretarias e generosas ofertas em dinheiro para
votar favorável ao executivo (segundo a vereadora, mostrado no vídeo acima,
teriam oferecido a ela R$ 250 mil e R$ 1 milhão).
Luzinete fez grave acusação de como funciona a base do
governo municipal no legislativo da cidade. Segundo ela tudo é aprovado
conforme o governo quer e deseja em troca de muito dinheiro. Ou seja, compra de
votos. Existiria na CMP mensalinho? Mensalão?

O vídeo acima demostra que o fundo do poço não é o limite
na Câmara Municipal de Parauapebas. O que será que ainda poderá acontecer?
Pobre cidade rica. 

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