No PT de Parauapebas, o último que sair, apague a luz!

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Inevitavelmente o Partido dos Trabalhadores em Parauapebas,
que outrora, já esteve por cima, comandando a política local, controlando uma
prefeitura bilionária, hoje vive verdadeira crise, um marasmo político que
parece sem volta. O PT depois que deixou o poder na “Capital do Minério” entrou
em intenso processo esquizofrênico em âmbito político.
Ser ou não ser governo? Apoiar ou não o governo Valmir,
antes, adversário político. Qual plataforma seguir? Qual formato de oposição
ser? Como se apresentar como uma alternativa política em Parauapebas? Esses
questionamentos permearam os caminhos da referida legenda por esses lados
contornados pela Serra dos Carajás.
A maior estrela petista no município, o ex-prefeito Darci
Lermen já confirmou a sua saída do partido. Ainda, por estratégia política não
anuncia a qual partido irá ingressar, mas de certo mesmo, é que o PT já é
passado em sua trajetória política. Sem Darci qual chance teria o partido de
concorrer de forma competitiva ao Palácio do Morro dos Ventos? No meu
entendimento, zero.
Não bastando essa baixa, os vereadores e até ex-vereadores
(neste caso, José Arenes que confirmou a sua saída do PT), estão “pulando fora
do barco”. A nau petista começa a naufragar antes mesmo de sair do cais. A
vereadora Joelma Leite, já se desfiliou. A combatente edis Eliene Soares também
estará encaminhando nos próximos dias a sua saída do partido. Sobrariam com
mandato os vereadores Eusébio e Miquinhas, como os remanescentes. Continuaram
no partido? Ou em breve, poderão anunciar suas respectivas saídas?
Por sua base eleitoral sustentada por movimentos sociais,
especialmente no campo, Miquinha poderá resistir, se manter no PT, mesmo
isolado politicamente, pois tem a sua base política-eleitoral consolidada, independente
do partido. A dúvida seria em relação ao vereador Eusébio. Se continuar no
partido seria – na atual conjuntura – a melhor opção?
O que ainda podemos esperar do PT parauapebense? O que ainda
resta do partido? O que o aguarda no futuro, na campanha eleitoral de 2016? Caminha para ser uma legenda
pequena, sem expressão em Parauapebas? Ou ainda há esperança de mudança, da
volta por cima? De certo mesmo é que na atual conjuntura política, o último que
sair, apaga a luz.

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