O PT vem perdendo a sua base de apoio social para a oposição

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Os protestos que aconteceram e que estão acontecendo contra
o governo Dilma, algo vem chamando a atenção: o aumento considerável de pessoas
de baixa renda e movimentos sociais que antes, estavam do lado do Palácio do
Planalto, agora marcham com a oposição. Ledo engano de achar que os que acampam
o discurso oposicionista são restritos a elite, aos de maior renda, classe
média. Já foi assim.
Hoje, o PT e o seu atual governo enfrentam a disparada do
antipetismo, movimento contra o partido e que parecer ter virado moda, ou –
como escrevi e postei no blog – patologia social. A mídia tem papel fundamental
neste processo. Utiliza-se do seu poder e interferência na opinião pública para
formar esse sentimento e discurso contra o governo, agem sobre as massas,
especialmente as menos informadas, por isso esse segmento social, muito
atrelado aos partidos de esquerda, vem gradativamente migrando para a Direita.
O maior patrimônio do PT: base constituída da classe
trabalhadora, movimentos sociais e parte da Igreja, parece ruir ou se
transferir para o “outro lado”. Sem esse apoio o Partido dos Trabalhadores está
fadado a derrota ou até mesmo, ser destituído do poder, mesmo com a possível
volta de Lula em 2018.
Nos protestos de junho de 2013, ação que intitulei de
“orquestrada”, e como de fato ficou conhecida pelos mais críticos, parecem
arrepiar o Palácio do Planalto. As manifestações convocadas pela oposição e apoiada
pela mídia no último dia 15, poderão indicar de forma prática, em que nível
consta a insatisfação popular; a força da oposição e até em que grau se
sustenta um possível impeachment da presidenta Dilma.

De forma homeopática o PT vai perdendo a sua base para a
oposição. O partido sem a ação efetiva do “Lulismo”, parece perder o rumo,
ficar sem direção. O segundo mandato de Dilma demonstra isso na prática,
infelizmente.

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