Parauapebas de volta ao marasmo político

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Bastaram duas sessões ordinárias na Câmara Municipal de
Parauapebas para a confirmação que a cidade retornou ao seu estado “normal”, “cotidiano”
da política local. Nos expedientes legislativos o rito habitual na Casa das
Leis foi seguido normalmente: discursos evasivos na tribuna, cobranças
protocolares, apresentação de requerimentos ao Executivo e por ai vai…
Momentos que antecederam essa normalidade política foi o
estabelecimento da base do prefeito Valmir na Câmara de Vereadores, o que vem
garantido dias tranquilos pelos lados do Palácio do Morro dos Ventos. Muitos
atribuem o novo patamar de governabilidade conquistado pelo governo Valmir ao
atual chefe de gabinete, Wanterlor Bandeira, que foi colocado no cargo justamente
para isso, restabelecer as relações institucionais com o Legislativo, levando
em consideração a sua experiência política.
Os “procedimentos” realizados e acordos firmados pelo
Palácio do Morro dos Ventos com os Edis, ainda é desconhecido, o que gera
desconfiança e críticas. Vereadores que antes eram opositores, alguns ferrenhos
ao prefeito Valmir, passaram da noite para o dia, a defender o atual governo
municipal da “capital do minério”, sem cerimonias, sem constrangimentos e com
justificativas que não foram aceitas pela maioria da população.
Com a relação institucional resolvida, cabe agora ao poder
Executivo parauapebense “travar” os processos que correm na Justiça contra a
gestão do prefeito Valmir. Por enquanto essa questão está favorável ao
prefeito. A operação “Filisteus”, por exemplo, está parada, sem avançar e nada
se divulga em relação às investigações.

Portanto, tudo de volta à normalidade no “principado de
Parauapebas”, terra mágica, rica e com situações que só aqui acontecem. Um
enredo pronto para um conto literário espetacular. 

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