As Eleições 2026, provocarão uma verdadeira revoada na Esplanada dos Ministérios. Até o momento, em sondagens feitas, cerca de 20 ministros deverão deixar os seus cargo em abril, mês limite dado pela Justiça Eleitoral, para se desincompatibilizarem de seus cargos.
O destino dessas duas dezenas de nomes serão o Senado Federal, Câmara dos Deputados e os governos estaduais. A conta de saída poderá aumentar, pois há nomes que ainda seguem articulando serão irão concorrer. O intenso movimento de saída de nomes do primeiro escalão do governo federal é algo natural. Muitos dos que ocupam ministérios, já são parlamentares que se licenciaram.
No caso do governo Lula 3, a relação dos ministros que deixarão o governo, é essa:
Alexandre Silveira (Minas e Energia);
André de Paula (Pesca e Aquicultura);
André Fufuca (Esporte);
Anielle Franco (Igualdade Racial);
Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária);
Fernando Haddad (Ministério da Fazenda);
Geraldo Alckmin (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços);
Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais);
Jader Filho (Cidades);
Macaé Evaristo (Direitos Humanos e Cidadania);
Márcio França (Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte);
Margareth Menezes (Cultura);
Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança Climática);
Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar);
Renan Filho (Transporte);
Rui Costa (Casa Civil);
Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos);
Simone Tebet (Planejamento e Orçamento);
Sônia Guajajara (Povos Indígenas);
Waldez Goés (Integração e Desenvolvimento Regional);
Wolney Queiroz (Previdência Social).
Senado Federal
Governistas e oposição estão mirando ocupar cadeiras no Senado Federal, que passou a ocupar a principal estratégia, por exemplo, de bolsonaristas, justamente por poder sobre impeachment e indicação de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).
O que ainda vem salvando o governo no Congresso Nacional é justamente ter maioria na Câmara Alta, o que não acontece no parlamento federal, em que a base governista é instável e vota muitas vezes contra o interesse do Palácio do Planalto.
No caso do Pará, o ministro Jader Filho concorrerá a uma das 21 cadeiras que o Pará têm direito na Câmara Federal. Seu irmão, governador Helder Barbalho, deverá concorrer ao Senado Federal (caso não consiga se viabilizar como vice na chapa presidencial).
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