Eleições 2020 em Belém, até o momento.

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Rede, PT e PDT. Até agora Edmilson Rodrigues foi o primeiro pré-candidato lançado com o apoio desses partidos. De novo, nada foi apresentado, são os mesmos partidos que sempre orbitaram em torno do deputado. A pergunta é: Ed conseguirá aglutinar outros apoios? E se conseguir, vai superar sua rejeição que já lhe barrou a chave da prefeitura algumas vezes?

Eder Mauro por mais que sempre apareça bem nas pesquisas internas dos partidos, tem um problema. Ele é do PSD, partido aliado do governador e, portanto, terá dificuldade em conseguir a legenda para ser candidato, ainda mais agora que resolveu ser o mais novo ex apoiador do governador. Fora que no PSD o deputado Gustavo Sefer já esteve com o presidente nacional e estadual do partido, praticamente lançando sua pré-candidatura.

Jatene, não se enganem, só pensa em ser candidato. Mas tem Zenaldo como barreira.
O que muita gente não entende é: como pode se são do mesmo partido? Bom, isso é mais normal do que parece. Jatene é exclusivista, gosta de ser bajulado, se vira prefeito vai sair da prefeitura para ser candidato ao governo.

Tudo o que Zenaldo não quer. O prefeito de Belém quer ser o protagonista dos tucanos, quer ser candidato a governador e com Jatene prefeito, Zenaldo dança. Em torno de Zenaldo, Cássio Andrade e Mauro Freitas são os seus nomes mais próximos, além de Thiago Araujo. Mas Thiago é do partido que Jordy preside, e Jordy e Zenaldo não se bicam.

Se Jatene conseguir superar Zenaldo, Thiago pode ser seu vice porque Jordy toparia entrar em coligação com o ex-governador, mas é improvável que deixe Thiago ser candidato a prefeito. Jordy prefere ser candidato a abrir esse espaço para Araújo.

Vavá Martins diz que será candidato, falta a ele, porém, grandes possibilidades de coligações.

Úrsula não será candidata, mas pelo cargo de secretária de cultura, vai precisar da liberação de Helder se quiser apoiar alguém. Portanto um possível apoio a Edmilson não é lá carta certa.

E o governador? Ninguém sabe.

Helder vem mantendo-se quieto até o momento. Há quem diga que Orlando Reis teria seu apoio, e se tem o governador não disse isso pra ninguém. Orlando por mais que seja um cara benquisto pelo meio político, não aparece bem nas pesquisas internas dos partidos. Lógico que o governador tem grande interesse em fazer o prefeito de Belém, fundamental para sua reeleição.

Dentro do seu partido, o MDB, há o nome do deputado Priante, o emedebista que mais perto chegou do Palácio Antônio Lemos quando disputou o segundo turno com Duciomar. Por mais que deputados e vereadores cutuquem Priante querendo dele uma posição, o deputado se fechou em copas.

Por hora esse é o quadro atual. Pode mudar? Pode, tudo pode, ainda mais na política, na política brasileira e especialmente na política paraense onde quase boi já voou.

Fonte: Bacana News (com adaptação). 

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