Marcela Temer: bela, recatada, do lar e agora calada

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Coincidência ou não, na semana que terminou, a primeira-dama do Brasil, senhora Marcela Temer, foi capa da revista Veja. O referido periódico apontou-a como sendo a saída para reverter a baixa popularidade e alta reprovação do governo de seu marido, Michel Temer. Marcela, que já tem função definida no organograma do governo federal, por ser a embaixatriz do programa “Criança Feliz”, que visa atender à primeira infância.

Recentemente abordei a questão no blog. Provoquei sobre a situação da primeira-dama e seu papel de “miss simpatia”, além da forma como a grande mídia a quer fazer parecer: “salvadora da pátria”. Pois bem, nem uma semana se passou e tudo parece ter mudado. Seguindo a lógica que se desenhava, Marcela, teria gradativamente aumento de espaço no governo e em doses homeopáticas, mais visibilidade. Os estrategistas do Palácio do Planalto, queriam utilizar a beleza da primeira-dama para alavancar a popularidade de Temer.

Mas, hoje (08), foi noticiado na coluna do jornalista Lauro Jardim no jornal O Globo, que Michel Temer, via veto presidencial, proibiu a esposa de conceder entrevista ou falar publicamente. Tudo relacionado a primeira-dama será feito através de comunicados via assessoria. Marcela está desautorizada pelo marido a se expressar em público. Portanto, na condição de maior representante do referido programa federal, nada irá dizer, apenas notas serão enviadas.

Resta saber por que tal medida foi tomada? O que levou o presidente Temer a limitar a esposa, evitando que falasse publicamente? Seria medida cautelosa, de preservar a imagem de seu cônjuge? Ainda mais agora, que segundo especialistas em marketing, ela seria importante para melhorar avaliação do governo?

Marcela Temer ganhará mais um adjetivo. Além de ser bela, recatada e do lar, agora será a “calada”.

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