Belém: Institutos Acertar e IVeiga, colocam Edmilson à frente de Zenaldo

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Logo após o Instituto Doxa divulgar pesquisa (com erro primário de soma de votos totais válidos), colocando o prefeito e candidato à reeleição Zenaldo Coutinho (PSDB), com 12 pontos à frente de Edmilson Rodrigues (Psol), agora mais dois institutos de pesquisas, lançam as suas tabulações em relação a disputa eleitoral pelo Palácio Antônio Lemos.

Pesquisa do Instituto Acertar, realizada entre os dias 19 e 21 (quarta e sexta-feira passadas), com 1.080 entrevistas representativas do eleitorado de Belém, confirma a liderança do ex-prefeito Edmilson Rodrigues (Psol) na disputa contra o atual gestor, Zenaldo Coutinho (PSDB). Zenaldo teve a candidatura cassada por determinação do juiz Antonio Claudio Cruz, da 97ª Zona Eleitoral, mas mantém a candidatura normalmente, ação concedida pelo menos magistrado, após liminar da coligação do atual prefeito.

Em votos válidos, Edmilson tem 51% e Zenaldo 49%. Na pesquisa estimulada, Edmilson também fica em vantagem, com 42%, contra 40,5% de Zenaldo, além de 9% de votos em branco ou nulos e 8.5% de indecisos. Como o estudo tem margem de erro de 3,1%, para mais ou para menos, os números configuram um quadro de empate técnico.

Em outro trabalho, a Veiga Consultoria e Pesquisa Ltda., do cientista político Edir Veiga, editor do blog Bilhetim, divulgou pesquisa eleitoral feita em Belém do Pará no período de 19 e 20 de outubro de 2016, com entrevistas de 801 eleitores, que aponta empate técnico entre Edmilson Rodrigues (39,45%) e Zenaldo Coutinho (39,08%), com 10,61% de brancos e nulos e 10,86% não sabem/não responderam.  

Pela pesquisa, que custou R$3 mil e foi paga com recursos próprios, os votos válidos dão vitória a Edmilson Rodrigues, com 50,24%, contra 49,76% de Zenaldo. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro de 3,5%, para mais ou para menos. O número de registro é PA-02681/2016 e o estatístico responsável é Mário de Lima Nobre (CONRE 10020). 

Pelo visto, a Doxa apresenta em sua pesquisa um cenário eleitoral que não consegue ser percebido por outros institutos. Quem – de fato – está certo ou mais se aproxima da realidade ou do resultado das urnas?

Fonte: Diário do Pará e Blog da Franssinete Florenzano (com adaptações)

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