O PT de Parauapebas acabou

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Desde o ano passado venho tecendo críticas construtivas ao Partido dos Trabalhadores de Parauapebas. Em ordem cronológica dos fatos, tratei da perda de sua maior representação política, o agora prefeito eleito Darci Lermen; depois ao apoio nos bastidores e depois velado a gestão Valmir, representação política do partido na Câmara Municipal e por último a descaracterização total da legenda ao perder a cor vermelha para o PMDB de Darci.

No último texto sobre a referida temática, afirmei (na época do PT mantinha dois parlamentares: Eusébio e Miquinha, Arenes ainda não tinha recuperado o mandato) que o partido poderia manter apenas um parlamentar (neste caso Miquinha e sua base em Palmares I e II). Ontem, na divulgação dos resultados, o PT não conseguiu eleger e nem reeleger nenhum representante na Casa de Leis. Portanto, errei.

Nem no meu pior prognóstico, poderia prever tal resultado. Há quatro anos atrás a referida legenda tinha sob seu controle uma das prefeituras mais ricas do norte do Brasil e significativa representação política. O governo foi perdido, mas haviam quatro cadeiras controladas pelo PT no parlamento municipal. E agora não haverá nenhuma para a próxima legislatura.

PT paga caro na questão política por suas escolhas e caminhos percorridos. A situação política é dramática. Quase irreversível. Quem ainda terá a capacidade de levantar politicamente o partido? Resta saber se o PT parauapebense conseguirá sair da UTI ou já se pode desligar os aparelhos?  

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