Racha do Sintepp coloca categoria dos professores em risco

A briga de poder interna está cada vez mais visível no Sintepp – Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará. O racha interno não é mais segredo para ninguém.

Isso é percepção de membros da própria diretoria e dos mais próximos e envolvidos na luta sindical, que ficaram com a pulga atrás da orelha pela assembleia do Sintepp ocorrida na última sexta-feira, 23, ter decretado a greve.

Segundo eles, o jogo em permanecer em “estado de greve”, sem decretar a greve, estava dando certo. O movimento sindical preocupado com o enfraquecimento do Sintepp ressalta que a estratégia da ameaça de uma possível greve, mas sem decretá-la, estava dando certo, já que o Sintepp estava avançando nas pautas de interesse da categoria, junto à Seduc.

Segundo essa fonte, a Seduc estava correndo de uma greve e estaria cedendo a muitos pontos importantes para a categoria.
Agora o estado de greve prejudica a implementação de vários pontos, inclusive a efetivação da lotação 2024. Há insatisfação de professores do tempo integral, que tem receio de que a greve atrase a efetivação do pagamento.

No documento assinado pela Seduc e levado à assembleia, estava garantido vários pontos e um deles fundamental: a garantia ao professor da mesma jornada de 2023 para o ano letivo de 2024 (leia a íntegra da proposta da Seduc levada à Assembleia, que este blog teve acesso).

Com a greve decretada, o medo é que não haja mais conversa com a Seduc. Tiro no pé.

Imagem: Rodrigo Pinheiro (Agência Pará). 

Henrique Branco

Formado em Geografia, com diversas pós-graduações. Cursando Jornalismo.

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